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Cavas subaquáticas e Brumadinho: nada a ver28/01/2019

A partir da tragédia de Brumadinho, começou nas redes sociais uma série de comentários tentando forçar uma ligação descabida entre os tristes fatos ocorridos em Minas Gerais e a construção de cavas subaquáticas no Canal de Piaçaguera, na divisa entre Cubatão e Santos.

São assuntos totalmente diferentes, o desmoronamento de barreira de rejeitos mineira e o aprofundamento controlado do canal de navegação paulista. O que vem sendo feito na Baixada Santista é a dragagem do leito do rio para que receba materiais retirados do próprio rio, permitindo seuaprofundamento e a ampliação de terminais portuários, assim favorecendo a economia regional com o aumento do comércio exterior.

Neste caso, o tema foi amplamente debatido com as autoridades ambientais e o público. Visando o esclarecimento dos fatos, a Prefeitura de Cubatão - que não tem ingerência no processo de licenciamento dessas obras - promoveu audiências públicas com mais de 300 participantes e várias horas de duração (como a realizada em 7/2/2018 na sede da Associação Comercial e Industrial de Cubatão - Acic), para a mais ampla troca de ideias e informações, com a participação do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comdema).

As autoridades ambientais, particularmente a Cetesb, acompanham de perto os trabalhos nas cavas subaquáticas. Isto é feito para garantir que a região - conhecida como Vale da Vida por ter se tornado exemplo mundial de recuperação ambiental e ensinar na prática o conceito de sustentabilidade - continue mostrando que a proteção ambiental pode ser perfeitamente compatível com o desenvolvimento econômico e social.

Prefeitura Municipal de Cubatão
Secretaria de Comunicação

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