O plano prevê o planejamento das ações da EMAE em caso de situações de emergência e a identificação dos agentes que devem ser notificados na chamada Zona de Autossalvamento (ZAS). “Vale destacar que é um procedimento preventivo. A ideia é justamente levantar o maior número de informações sobre estas comunidades”, esclarece Cristina Candido, coordenadora da Defesa Civil de Cubatão.
Cristina lembra que é essencial a colaboração dos habitantes desses bairros que recebem a equipe credenciada de pesquisadores contratados pela EMAE . Os moradores devem responder a perguntas como número de pessoas da unidade habitacional, idade, necessidades específicas de mobilidade, presença de animais domésticos e etc. Os dados serão formatados e utilizados na implantação do PAE.
O projeto abrange diversas ações como a realização de treinamentos e simulados com os colaboradores da empresa e a população da ZAS; estabelecimento de pontos de encontro e rotas de fuga; instalação de sistema de comunicação e alerta como avisos sonoros e placas indicativas; plano de evacuação e o cadastramento da população vulnerável na ZAS. A implantação é o passo seguinte à entrega dos PAEs. O processo tem o objetivo de minimizar ao máximo possíveis danos na região à jusante.
Notícias falsas ou “fake news” – A coordenadora da Defesa Civil de Cubatão destaca que são falsos os áudios que estão sendo distribuídos em grupos de aplicativos de mensagens com conteúdo sobre uma barragem prestes a inundar Cubatão e sugerindo que os moradores deixem suas casas.
“Há um carro de som da EMAE passando nos bairros avisando justamente sobre o cadastramento e a necessidade das pessoas estarem disponíveis para isso”, explica Cristina Candido. E alerta para que os cidadãos procurem sempre checar informações deste tipo antes de repassar a mensagem e espalhar o pânico. “A Defesa Civil de Cubatão continua à disposição pelo 199 para qualquer tipo de dúvida”.





