Banda Sinfônica de Cubatão brilha na Sala São Paulo, na Capital

Apresentação neste domingo (1º) abriu a programação de setembro da série “Matinais”

A Banda Sinfônica levou grande público à Sala São Paulo, na Capital, na manhã deste domingo (1º). A apresentação abriu a programação de setembro dos ” Concertos Matinais” coordenado pela Fundação Osesp. O projeto de formação de público leva os melhores grupos de sopro, percussão e cordas ao privilegiado espaço de teatro. Os Matinais na Sala São Paulo contam com o patrocínio da Eletrobras e Sabesp, e apoio do BB Seguros e ESEG.
A abertura ficou por conta de “Ride”, de Samuel Hazo, e regência do maestro-assistente Ulysses Damacena. O diretor artístico dos Grupos Artísticos de Cubatão, Roberto Farias, conduziu a estreia mundial de “Sapphire Celebration”, do inglês radicado no Brasil, Peter Koval. A canção é uma homenagem à Sinfônica que completa 5 décadas ano que vem. “Um presente incrível para comemorarmos o jubileu de ouro da Banda Sinfônica”, disse Farias, maestro conhecido mundialmente por seu trabalho de repertório específico para a formação de banda sinfônica.
O maestro titular da Banda, Marcos Sadao Shirakawa, comandou a equipe em “Atlantic Odyssey”, de Philip Sparke; e “Suite Carmem Miranda”, composição de Alexandre Daloia. Fez questão de contar um pouco sobre cada obra e destacou a difusão de repertório de compositores brasileiros. “As peças compostas especialmente para a formação sinfônica são muito recentes e é muito interessante podermos executar repertório contemporâneo. É uma responsabilidade muito grande fazer com que essas composições fluam até o público, mostrando todo poder musical dos instrumentos – metais, madeiras e percussão. Foi um dia incrível para todos nós. Estar na Sala São Paulo pela terceira vez consecutiva é uma grande alegria para todos nós”, comemorou o maestro Sadao, muito aplaudido pelo público em seu retorno ao comando da Banda.
Uma história de pioneirismo e muito boa música – Foi em plena ditadura que a Banda Musical de Cubatão surgiu dentro da uma escola pública da cidade. Roberto Farias, ainda adolescente, formou uma banda escolar e compartilhou os ensinamentos musicais que recebeu desde criança. Em pouco tempo, a banda musical tornou-se conhecida no município e em toda a região por marchar em desfile e interpretar com excelência um repertório que ia de hinos cívicos a sucessos nas rádios da época.
A Banda Musical de Cubatão venceu concursos de marchas por todo o Brasil, parando de competir no fim dos anos 70 para ser oficializada como um Corpo Estável de Cubatão. Anos mais tarde, com a inclusão de outras famílias de instrumentos, tornou-se Banda Sinfônica.
Novo modelo de gestão – A Banda Sinfônica faz parte dos Grupos Artísticos de Cubatão que retomaram as atividades agora em agosto com um novo modelo de gestão. Agora, os Corpos Estáveis funcionam por meio de dois termos de fomento. Os recursos serão destinados pela Prefeitura às organizações sociais civis sem fins lucrativos Associação de Músicos da Banda Sinfônica de Cubatão (AMBSC) e Associação de Amigos da Banda Marcial de Cubatão (Asabamc).
Com isso, os Grupos serão mantidos até o fim do ano por meio de emendas impositivas da Câmara direcionadas pelos vereadores Érika Verçosa, Wilson Pio, Rodrigo Ramos Soares (Alemão), Ivan Hildebrando, Anderson de Lana Andrade e Marcio Silva Nascimento (Marcinho), com aditivo financeiro da Secretaria de Cultura. Com isso, todos os participantes dos Grupos passam a ser microempreendedores individuais (MEI), fortalecendo os artistas e gerando a profissionalização.

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