Índice de letalidade fica abaixo de 3% dos casos positivos

Com 2,96%, índice registra oitava queda consecutiva
Levantamento do Serviço de Vigilância Epidemiológica (SVE) de Cubatão registra que o índice de letalidade causado pelo coronavírus na cidade caiu pela oitava semana consecutiva, chegando a 2,96% dos casos registrados até 13 de agosto. São 163 óbitos entre os 5.515 casos confirmados até essa data. Além disso, não são registrados novos óbitos por causa da covid-19 desde 7 de agosto.
O índice ficou pela primeira vez abaixo do patamar de 3%. Medido semanalmente, o número apresenta queda desde 25 de junho quando estava em 4,57%, caindo nas semanas seguintes para 4,37% (2/7), 4,1% (9/7), 3,6% (16/7), 3,4% (23/7), 3,3 (30/7) e 3,2% (7/8).
Ainda conforme as semanas anteriores a letalidade de Cubatão se mantém abaixo do índice nacional (3,3%) e do Estado de São Paulo (3,95%). A redução da taxa de letalidade é consequência da política adotada por Cubatão de ampliação da testagem com o objetivo de identificar o maior número possível de pessoas infectadas pelo coronavírus na cidade.
Recuperados – Ainda de acordo com o levantamento do SVE, o índice de recuperados da covid-19 está em 91,55% do total de casos, são 5.049 pessoas que foram infectadas e agora estão livres do vírus após terem cumprido o isolamento social e recebido alta hospitalar.
Por idade – Sem crescimento do número de óbitos em relação à semana anterior, a divisão da letalidade por idade mantém-se a mesma, com concentração em pessoas a partir de 60 anos (113 óbitos), o equivalente a 69,32% do total. Entre 50 e 59 anos foram 37 óbitos, 22,69% do total. As duas faixas etárias reúnem 92,01% das mortes causadas pelo coronavírus em Cubatão. Houve ainda 9 óbitos na faixa entre 40 e 49 anos (5,52%), 1 óbito entre 30 a 39 anos, 2 óbitos entre 20 e 29 anos e 1 óbito entre crianças de até 4 anos. Não há mortes entre pessoas até 49 anos nas últimas três semanas.
Bairros – A divisão de casos entre os bairros também mantém o padrão verificado desde o início dos levantamentos semanais, com a Vila Nova com o maior número de casos e óbitos: 675 casos comprovados, entre os quais 19 óbitos. Vila Natal está com 462 casos (13 óbitos), Jardim Casqueiro, 455 (13 óbitos) e Vila Esperança, 450 casos (14 óbitos).
Na casa de três centenas de casos encontram-se Jardim Nova República (371, 11 óbitos) e Vila dos Pescadores (348, 13 óbitos). Entre 200 e 300 casos estão Vila São José (297, 11 óbitos), Parque São Luís (279, 9 óbitos), Fabril (244, 3 óbitos) e Jardim Costa e Silva (237, 8 óbitos).
Entre 100 e 200 casos estão Jardim Real (184, 5 óbitos), Ilha Caraguatá (182, 6 óbitos), Parque Fernando Jorge (156, 2 óbitos), Vale Verde (128, 1 óbito) e Jardim 31 de Março (118 casos, 5 óbitos).
Entre 51 e 100 casos figuram Vila Paulista (95, 2 óbitos), Jardim São Francisco (94, 4 óbitos), Cota 200 (84, 2 óbitos), Ponte Nova (71, 3 óbitos) e Água Fria (62 casos, 4 óbitos). Entre 11 e 50 casos: Vila São Benedito (50, 5 óbitos), Costa Muniz (46, 1 óbito), Centro (46 casos), Pinhal do Miranda (41, 2 óbitos), Vila Couto (41, 1 óbito), Vila Santa Rosa (39, 1 óbito), Conjunto Afonso Schmidt (35 casos), Vila Noel (23, 1 morte), Sítio Novo (22, 1 óbito), Pilões (20, 1 óbito), Mantiqueira (19 casos), Vila Elizabeth (19 casos), Rodovia Padre Manoel da Nóbrega (13 casos, 2 óbitos), Conjunto Rubens Lara (13 casos) e Área Industrial (12 casos).
Até 10 casos: Cota 95 (10), Ilha Bela (9), Morro do Índio (6), Jardim Anchieta (5), Vila Pelicas (3), Conjunto Mario Covas (3), Jardim São Marcos (2). E, com 1 caso, Morro do Pica Pau, Piaçaguera, Sítio Cafezal e Vila CAIC. Do total, 42 casos não estão especificados. Devido a revisão contínua do Banco de Dados, é possível ocorrer variações ou alterações da localização de casos.

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