Coronavírus: Cubatão registra novos progressos em índices de letalidade e de recuperados

Letalidade registra sétima queda consecutiva

Pela sétima vez consecutiva o Serviço de Vigilância Epidemiológica (SVE) de Cubatão registra queda da letalidade pelo coronavírus. De acordo com levantamento semanal divulgado nessa sexta-feira (7), com informações compiladas até o dia anterior, os 163 óbitos causados pela COVID-19 até 6 de julho representam 3,2% do total de 5.141 casos registrados. O índice, medido semanalmente, vem apresentando queda desde 25 de junho quando estava em 4,57%, caindo nas semanas seguintes para 4,37% (2/7), 4,1% (9/7), 3,6% (16/7), 3,4% (23/7) e 3,3 (30/7).
Além do menor nível entre a série do município, a letalidade de Cubatão se mantém abaixo do índice nacional (3,4%) e do Estado de São Paulo (4,1%). A redução da taxa de letalidade é consequência da política adotada por Cubatão de ampliação da testagem com o objetivo de identificar o maior número possível de pessoas infectadas pelo coronavírus na cidade.
Recuperados – Ainda de acordo com o levantamento do SVE, o índice de recuperados da COVID-19 em Cubatão pela segunda vez consecutiva atinge seu melhor patamar, passando de 92,2% registrado em 30/7 para os atuais 92,8%.) Isso representa 4.771 pessoas que foram infectadas e agora estão livres do vírus após terem cumprido o isolamento social e recebido alta hospitalar. Nas semanas anteriores o índice estava em patamares de 89%, 91%, 90,9% e 88,3%.
Atualmente, 195 pessoas cumprem isolamento social, o equivalente a 3,8% dos casos já registrados no município. O número diário de internações tem ficado abaixo de 20.
Por idade – A concentração de óbitos em pessoas a partir de 60 anos mantém-se no mesmo patamar, com 113 óbitos, o equivalente a 69,32% do total. Entre 50 e 59 anos foram 37 óbitos, 22,69% do total. As duas faixas etárias reúnem 92,01% das mortes causadas pelo coronavírus em Cubatão. Houve ainda 9 óbitos na faixa entre 40 e 49 anos (5,52%), 1 óbito entre 30 a 39 anos, 2 óbitos entre 20 e 29 anos e 1 óbito entre crianças de até 4 anos. Não há mortes entre pessoas até 49 anos nas últimas três semanas.
Bairros – A divisão de casos entre os bairros também mantém o padrão verificado desde o início dos levantamentos semanais, com a Vila Nova concentrando o maior número de casos e óbitos: 630 casos comprovados, entre os quais 19 óbitos. Vila Esperança está com 431 casos (14 óbitos) e Vila Natal com 423 (13 óbitos).
Na casa de três centenas de casos encontram-se Jardim Casqueiro (397 casos, 13 óbitos), Jardim Nova República (349 casos, 11 óbitos) e Vila dos Pescadores (339 casos, 13 óbitos). Entre 200 e 300 casos, estão Vila São José (283 casos, 11 óbitos), Parque São Luís (266 casos, 9 óbitos), Fabril (233 casos, 3 óbitos) e Jardim Costa e Silva (213 casos, 8 óbitos).
Entre 100 e 200 casos estão Ilha Caraguatá (175 casos, 6 óbitos), Jardim Real (175 casos, 5 óbitos), Parque Fernando Jorge (131 casos, 2 óbitos), Vale Verde (115 casos, 1 óbito) e Jardim 31 de Março (104 casos, 5 óbitos).
Entre 51 e 100 casos figuram Vila Paulista (86 casos, 2 óbitos), Jardim São Francisco (83 casos, 4 óbitos), Cota 200 (80 casos, 2 óbitos) Ponte Nova (65 casos, 3 óbitos) e Água Fria (59 casos, 4 óbitos).
Entre 11 e 50 casos: Vila São Benedito (49 casos, 5 óbitos), Costa Muniz (45 casos, 1 óbito), Pinhal do Miranda (41 casos, 2 óbitos), Centro (40 casos), Vila Santa Rosa (38 casos, 1 óbito), Vila Couto (36 casos, 1 óbito), Conjunto Afonso Schmidt (30 casos), Vila Noel (23 casos, 1 morte), Sítio Novo (22 casos, 1 óbito), Pilões (17 casos, 1 óbito), Mantiqueira (19 casos), Vila Elizabeth (16 casos), Rodovia Padre Manoel da Nóbrega (13 casos, 2 óbitos), Conjunto Rubens Lara (13 casos) e Área Industrial (12 casos).
Até 10 casos: Cota 95 (8 casos), Ilha Bela (7 casos), Morro do Índio (6 casos), Jardim Anchieta (4 casos), Vila Pelicas (3 casos), Conjunto Mario Covas (3 casos); com 2 casos, encontra-se Jardim São Marcos. E, com 1 caso, Morro do Pica Pau, Piaçaguera e Sítio Cafezal. Do total, 54 casos não estão especificados. Devido à revisão contínua do banco de dados é possível ocorrer variações ou alterações da localização de casos.

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