Cubatão detalha incidência de coronavírus

Vila Nova tem 78 casos positivos; Vila Natal, Vila Esperança e Vila dos Pescadores somam juntas 1 em cada 4 casos
 
A Vila Nova continua sendo o bairro com o maior número de casos de covid-19 em Cubatão. Em novo levantamento semanal da Vigilância à Saúde e Vigilância Epidemiológica atualizado em 28 de maio, a Vila Nova conta com 78 casos confirmados, entre os quais 2 óbitos. A cidade toda tem 558 casos e 31 óbitos.
Tendência que já havia aparecido no levantamento anterior, três bairros de reconhecida vulnerabilidade social, Vila Natal (53 casos, 4 óbitos), Vila Esperança (50 casos, 3 óbitos) e Vila dos Pescadores (49 casos, 3 óbitos) reúnem 152 casos, praticamente 1 em cada 4 casos da cidade (27,24%). Morro do Índio, junto à Vila Esperança, registra ainda 1 caso.
Na faixa com mais de 30 casos, estão o Jardim Casqueiro (39 casos, 4 óbitos), Jardim Nova República (Bolsão 8) e Bolsão 7 (36 casos, 2 óbitos) e Vila São José (34 casos).
De 16 a 30 casos, há confirmações de covid-19 no Jardim Costa e Silva (25 casos), Parque Fernando Jorge (21 casos, 1 óbito), Parque São Luís (21 casos, 1 óbito), Ilha Caraguatá (17 casos, 2 óbitos), Fabril (17 casos, 1 óbito) e Jardim Real/Bolsão 9 (16 casos, 3 óbitos).
Até 15 confirmações, Jardim São Francisco (14 casos), Jardim 31 de Março (10 casos, 2 óbitos), Cota 200 (8 casos), Água Fria (7 casos, 1 óbito), Vila Santa Rosa (7 casos, 1 óbito), Costa Muniz (7 casos), Ponte Nova (6 casos), Sítio Novo (6 casos), Vila Paulista (6 casos), Vale Verde (5 casos), Pilões (3 casos, 1 óbito), Centro (3 casos), Cota 95 (3 casos), Rodovia Padre Manoel da Nóbrega (3 casos), Vila Couto (3 casos) e, com 1 caso, Vila Pelicas, Conjunto Afonso Schmidt, Jardim Anchieta, Vila Elizabeth, Vila Noel e Morro do Índio (como indicado acima). Do total de casos, 5 não têm o bairro especificado.
Recuperados – Com mais pessoas tendo cumprido o isolamento social de 14 dias, a taxa de recuperados voltou a subir e alcançou sua marca mais alta, 66% do total dos 558 casos positivos. Desse total, 21% ainda cumprem isolamento social e 8% encontram-se internados. A taxa de mortalidade caiu de 6,45% para 5,56 e mantém-se abaixo da nacional (6,2%) e da estadual (7,5%).
Em relação à idade, o estudo mostra que a maior letalidade está entre as pessoas com 60 anos ou mais: 18 óbitos em 91 casos; todas as demais faixas etárias somam, com 467 casos, reúnem 13 óbitos.

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