Nota de Falecimento

É com grande pesar que a Prefeitura Municipal de Cubatão comunica, na tarde deste domingo (17), o falecimento do historiador e escritor Arlindo Ferreira aos 87 anos de idade. Filho de Álvaro Ferreira e Amélia Cunha Ferreira, Arlindo foi casado por 58 anos com dona Arlete Lima Gonçalves e deixa 4 filhos (Arlindo, Eliana, Fábio e Fernanda), 10 netos e dois bisnetos.
Por decisão do prefeito Ademário Oliveira, o luto oficial do município, já decretado em memória às vítimas da Covid-19 se estende, respeitosamente, à memória do grande cubatense que deixa uma intensa folha de serviço prestada à Cubatão.
Arlindo Ferreira participou e escreveu a história de Cubatão (“Causos”). Sargento da reserva do Exército Brasileiro, formou-se em Contabilidade e em Direito. Trabalhou no polo industrial, na Santista de Papel, Banco Carvalho, Fundação Cubatense (antiga Santa Casa) e finalmente Prefeitura Municipal de Cubatão onde, em 1998, se aposentou.
Preocupado com o trabalho social, a cultura e amante do esporte, Arlindo Ferreira também emprestou seu talento e dedicação ao Esporte Clube Cubatão, do IBM Clube, E.C. Jardim Casqueiro, Associação Atlética Guimarães e do então Águia F.C., que era sediado no bairro do Curtume.
Incansável, participou da fundação do Instituto Geográfico e Histórico de Cubatão, sendo seu primeiro presidente. Atualmente era vice-presidente do CAMP de Cubatão e integrante do Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Cubatão. O escritor Arlindo Ferreira, amante da literatura, deixa viva a história de Cubatão em seus livros e uma frase em defesa da civilidade: “Sempre achei que a caneta e o papel são as maiores armas que um homem pode ter”.
Arlindo Ferreira
*22 de março de 1937 + 17 de maio de 2020

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